|

HISTÓRIA DA PROVINCIA DE MENDOZA
Fundada no ano 1561 por Pedro del Castillo, a cidade leva o
nome do que fora o governador do Chile, García Hurtado de Mendoza.
Originalmente a base da economia de Mendoza era a vinicultura, cujo
excedente produtivo enviava-se em tonéis a Tucumán e
Buenos Aires; e as minas de prata de Uspallata.
No ano 1776, Mendoza, um povo de quase 8000 habitantes, deixou de
depender da Capitania Geral do Chile e passou à jurisdição de
Córdoba. No período das lutas pela independência, Mendoza jogou um
rol central e estratégico, governada pelo então Coronel José de San
Martín, quem estabeleceu em El Plumerillo, apenas fora do
povo, a base na que organizou ao Exército dos Andes.
Logo da Independência, Mendoza constituiu-se como província no ano
1820, quando decidiu conjuntamente com San Juan e San Luis dividir a
jurisdição em três províncias diferentes e deixar atrás à província
de Cuyo (embora ainda a região é conhecida com esse mesmo
nome, e é uma das principais regiões do país, em quanto a produção
vinícola e atividade turística, pos oferece todas as alternativas
possíveis).
No ano 1861 um terrível sismo destruiu a Cidade toda, mas em 1863
foi reconstruída seguindo os princípios do urbanismo europeu. Assim
foi que nossa província começou evolucionar, e no ano 1870 se
estabeleceu o telégrafo entre Mendoza e Santiago do Chile, e em
1885, chegou o primeiro trem desde Buenos Aires, e com eles...
chegou a Modernidade.
Por aqueles tempos começaram instalar-se algumas fazendas de
imigrantes italianos e espanhóis que se converteriam nos principais
viticultores e olivicultores e engrandeceriam esta terra. À
vinicultura moderna se somou a explotação petrolífera, outro pilar
da economia mendocina.
RELIGIÃO
A
religião oficial é a Católica Apostólica Romana, representada por
uma importantes quantidade de igrejas, sendo a de maior importância
a Catedral de Loreto, localizada na interseção das ruas
Lavalle e Federico Moreno, no coração da Cidade,
embora rege uma completa liberdade de cultos. |