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Cultivam-se diferentes variedades, especialmente a Cabernet
Sauvignon e Malbec, embora a mais emblemática é o Torrontes,
cepa branca emblemática dos vinhos argentinos, sendo este o
único país produtor. A origem desta variedade é incerta e
discutida, possivelmente trate-se de uma mutação de alguma cepa
acidentalmente cruzada com uma variedade selvagem de vinha. Foi
introduzida no Valle Calchaquís, onde que adquire a sua melhor
expressão. O perfume do Torrontes possui reminiscências florais
e de outros vegetais.
Os tintos, por outro lado, são de grande estrutura e elevado
teor de antocianinas (cor intensa), possuem taninos suaves ao
paladar, estrutura de polifenóis (taninos) e com bom potencial
de guarda.
O Malbec é a cepa mais divulgada e característica da
vitivinicultura argentina. A maior parte dos peritos
internacionais concorda em definir o Malbec argentino como o
melhor do mundo. No Valle Calchaquís adquire descritores
destacados devido à altura dos vinhedos, podendo descrever estes
vinhos como redondos, aromáticos e de cores intensas.
CHILECITO- NONOGASTA
Chilecito, Anguinan, Famatina e Nonogasta são áreas que
concentram a produção vitivinícola da província de La Rioja.
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As
áreas de cultivo estão ladeadas por duas cadeias de
montanhas, o sopé da Famatina no lado oeste e as de
Velazco, a leste.
As uvas desta região produzem vinhos com elevado
teor de açúcar e pobres em acidez. Formam assim um
catálogo de variedades altamente aromáticas, entre
elas o Torrontes Sanjuanina, Moscatel de Alexandria
e Torrontes Riojana, sendo esta última a variedade
mais adequadas para os fatores agro-ecológicos
predominantes. |
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A história de
suas principais culturas remonta à chegada dos conquistadores,
prosperando, em dois microclimas adequados para cada uma delas:
Oliveiras em Arauco e vinhedos no Valle de Antinaco – Los
Colorados, onde se encontra Chilecito.
No ano de 2006 contava com 3 vinícolas abertas ao turismo que
foram visitadas por 8920 turistas.
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